Brasília, 09 de Dezembro de 2025 - 17:34

SONY MUSIC E SOM LIVRE CELEBRAM 60 ANOS DA JOVEM GUARDA COM LANÇAMENTOS

SONY MUSIC E SOM LIVRE CELEBRAM 60 ANOS DA JOVEM GUARDA COM LANÇAMENTOS

Há exatamente 60 anos, no dia 22 de agosto de 1965, estreava na TV Record o programa “Jovem Guarda”, comandado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa, momento que  marcou uma geração inteira de jovens brasileiros. Pela primeira vez, as pessoas viam sua voz, seu estilo e comportamento refletidos na televisão e na música.

O nome escolhido, “Jovem Guarda”, simbolizava este momento da juventude que superlotava o teatro e, em menos de três meses, somava 3 milhões de espectadores somente em São Paulo.

Roberto e Erasmo usavam terninhos sem gola, sob influência do estilo dos Beatles, além de cabelos compridos para a época. As fãs gritavam: “Ei, ei, ei, Roberto é nosso Rei” ou “Asa, Asa, Asa, Roberto é uma Brasa”.

O programa permaneceu no ar até 1968 e se transformou em um fenômeno cultural. As gravações contavam com plateias entusiasmadas que cantavam em coro sucessos que se tornariam eternos na música brasileira.

Para celebrar os 60 anos da Jovem Guarda, a Sony Music e Som Livre lançam uma campanha especial resgatando clássicos imortalizados na voz de seus principais intérpretes, incluindo ativações com influenciadores em redes sociais e campanha de mídia para playlists dedicadas ao movimento.

A playlist “Roberto Carlos – Jovem Guarda”, por exemplo, criada no perfil do artista em plataformas de música, como Spotify e Deezer, conta com canções de Roberto previamente remasterizadas.

Entre os destaques estão: “É Proibido Fumar”, “Parei na Contramão”, “Calhambeque”, “Eu Sou Terrível” e “Namoradinha de Um Amigo Meu”. As gravadoras destacam ainda em seu repertório, os sucessos “Festa de Arromba” e “Gatinha Manhosa”, de Erasmo Carlos; e também “Pare o Casamento” e “Prova de Fogo”, de Wanderléa. 

E as homenagens não param por aí: no dia 05 de setembro, a Sony Music lança uma série de álbuns remasterizados e remixes de Erasmo Carlos, sob a curadoria de Marcelo Froes e com engenharia de som de João Antonio Franz.

“A Jovem Guarda foi um momento da música brasileira em que o jovem começou a ficar fissurado em comprar discos e consumir seu ídolo”, diz Froes. “Felizmente, localizei as sessões dos discos lançados nos anos 60 e deu certo lançarmos agora.

Os títulos que chegam às plataformas são “A Pescaria”, “Você Me Acende”, “Erasmo Carlos 1967”, “O Tremendão”, “Erasmo 1968” e “Erasmo Carlos e os Tremendões”.

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