A Central de Outdoor participa no Peru do Foro ALOOH Latam 2026, o principal encontro da indústria de OOH na América Latina, realizado entre os dias 8 e 10 de setembro no Delfines Hotel & Convention Center, em Lima.
Sob o tema “A la altura de todo”, o evento internacional reúne empresas exibidoras, centrais de mídia, agências, anunciantes e associações de todo o continente.
A delegação brasileira reúne 20 participantes, que acompanham os painéis, keynotes e debates do Foro, além da Assembleia Anual de Membros da ALOOH (Associação Latino-Americana de Out of Home), entidade da qual a Central de Outdoor é co-fundadora.
Durante o Foro, a diretora executiva da Central de Outdoor, Fabi Soriano, apresenta os resultados da pesquisa nacional inédita sobre Mídia Regenerativa, realizada em parceria com o Instituto QualiBest e lançada em agosto, em São Paulo.
O levantamento ouviu 1.025 moradores da capital paulista e mostrou aprovação da população ao uso da publicidade como ferramenta de revitalização urbana. De acordo com o levantamento, 95% dos entrevistados aprovam o restauro de edifícios degradados financiado por anúncios comerciais, o número sobe para 97% quando o tema é a recuperação de espaços públicos.

“O Foro ALOOH concentra quem decide os rumos do OOH na região. Apresentar esses dados em Lima reforça o protagonismo do Brasil nessa discussão e abre espaço para trocar experiências com outros países que também discutem a relação entre publicidade e cidade”, diz Fabi Soriano
A programação também contará com a participação de representantes da Central de Outdoor em dois painéis sobre temas estratégicos para o desenvolvimento do OOH na América Latina.O diretor-secretário da entidade, Valério Junkes, participa do painel “Associatividade na América Latina: desafios e roteiro de ação.
E o presidente da Central de Outdoor, Halisson Pontarola, integra o painel “OOH: Regular ou nos autorregular? O desafio de construir uma indústria sustentável antes que outros decidam por ela”.
“Cidades de toda a América Latina enfrentam desafios parecidos de conservação e paisagem urbana”, afirma Pontarola. “Queremos mostrar que a mídia regenerativa não é uma pauta isolada, e sim uma resposta que pode fazer sentido em diferentes mercados da região.“













