A FSB Holding lançou o relatório “5 Macrotendências em Reputação para 2026: A Era da Verdade Radical”, considerado um importante guia para o mercado de comunicação para um ano de Copa do Mundo e eleições gerais no Brasil.
O documento decodifica a complexidade global para orientar a tomada de decisão das maiores organizações do país, antecipando os movimentos essenciais para manter a confiança da sociedade nos próximos anos.
Segundo a análise, vivemos a convergência inédita entre instabilidade geopolítica, polarização social extrema e uma aceleração tecnológica que desafia os limites éticos.
Neste cenário, a confiança deixou de ser um recurso renovável para se tornar um ativo de alto risco. Para a FSB Holding, a gestão de reputação em 2026 exige uma ruptura: as empresas precisam abandonar a tradicional “defesa da imagem” para adotar uma disciplina rigorosa de “inteligência de riscos” e “prontidão digital”.
Ao consolidar dados de autoridades globais como Fórum Econômico Mundial, Gartner e PwC, a FSB Holding propõe atuar não apenas na gestão de crises, mas na arquitetura de valor das companhias.
O conceito central do estudo, a “Verdade Radical”, aponta que, na era da pós-verdade e da Inteligência Artificial, a reputação não será mais construída sobre o que a empresa diz, mas sobre a capacidade auditável de seus sistemas e a segurança de seus dados.
“Para as lideranças brasileiras, 2026 impõe um desafio duplo: navegar a complexidade global enquanto se responde a um mercado local que exige presença e ética”, afirma o CEO da FSB Holding, Marcos Trindade.
“A nossa visão na FSB Holding é clara: a reputação deixou de ser uma métrica de vaidade. Ela se tornou um mecanismo vital de defesa e criação de valor”, diz o executivo. “Estamos ajudando nossos clientes a migrar de uma postura reativa para uma inteligência preditiva, onde a vulnerabilidade construtiva e a segurança de dados são os novos pilares da confiança corporativa.”
– O report completo está disponível para download neste link





