A BFerraz, agência da Biosphera.ntwk, anuncia uma reestruturação em sua liderança criativa, movimento que acompanha a transformação do papel da experiência dentro da estratégia das marcas.
Mais do que um ajuste organizacional, a mudança reflete um novo momento do mercado em que o brand experience deixa de ser apenas execução e passa a ocupar um lugar central na construção de valor, relacionamento e crescimento.
Se antes a experiência era tratada como uma disciplina dentro do marketing, hoje ela se consolida como uma plataforma capaz de integrar cultura, conteúdo, tecnologia, dados e conversão.
“Hoje não se trata mais de criar uma ação ou um evento isolada. Estamos desenhando plataformas que conectam entretenimento, cultura e resultado”, afirma o co-CEO e CCO da BFerraz, Enricco Benetti. “A experiência passou a funcionar como uma infraestrutura de relacionamento entre marcas e pessoas.”
Esse novo cenário motivou a agência a repensar sua estrutura criativa. A reconfiguração do board nasce justamente da necessidade de um pensamento mais sistêmico, capaz de dar conta de projetos que transitam simultaneamente entre B2C, B2B, varejo e mecânicas promocionais.
Nos últimos meses, a BFerraz reforçou seu time criativo aumentando a senioridade e o repertório da área. Henrique Souza retorna à casa como diretor de Criação, após passagens por Index e NTT Data. Tassiana Ghorayeb, que tem passagem em agências como Atenas, TV1 e California, foi promovida a associate Creative director.
Já Mariana Palmeira chega para liderar a frente de arquitetura e design de experiências, trazendo no currículo passagens por Koko Studio, The Public House e Guerra Arquitetura. O board criativo segue contando também com Diogo Bonaparte na direção de criação, profissional com histórico em Rock e FanClub.
Com isso, a agência passa a operar com um núcleo mais sênior e multidisciplinar, preparado para desenvolver projetos em diferentes camadas da experiência de marca, de ativações e promoções a plataformas culturais, experiências proprietárias e iniciativas de entretenimento.
Outra frente importante dessa evolução é a incorporação mais estruturada da inteligência artificial no processo criativo. A tecnologia passa a apoiar desde a leitura de contexto e pesquisa cultural até etapas de prototipagem e desenvolvimento de ideias.
“A IA não substitui o pensamento criativo, mas amplia nossa capacidade de análise e acelera o desenvolvimento de soluções. Ela passa a fazer parte da nossa infraestrutura de trabalho”, afirma Benetti.
A reestruturação também impacta o modelo de operação da agência, que passa a se organizar em hubs de clientes e unidades de negócio. Cada núcleo reúne equipes multidisciplinares que integram estratégia, criação, produção e negócios, para garantir maior proximidade com as marcas e continuidade nos projetos.





