O executivo global de branding e growth Fábio Tambosi lança no Brasil este ano o livro “Fandom – Como transformar clientes em fãs que impulsionam a sua marca”. A obra já foi lançada na Europa e nos Estados Unidos e chega em 2026 no Brasil.

No livro, o executivo de marketing, professor e escritor traz exemplos dos principais cases de sucesso que capitaneou enquanto construiu carreira sólida em gigantes como Nike, adidas, Nokia, Saucony, OneFootball e ESL FaceitGroup.
Em “Fandom”, Tambosi mostra por que o crescimento sustentável das marcas não depende apenas de produtos ou campanhas, mas da capacidade de criar conexões emocionais e comunidades engajadas. Fandomderiva da junção das palavras em inglês ‘fan’ (fã) + ‘kingdom’ (reino).
Tombosi menciona ter sido responsável por campanhas que vivem até hoje no imaginário dos fãs, como ‘Ready For Sport’ (Adidas) com Lionel Messi, Mo Salah, Siya Kolisi, James Harden e David Beckham, ‘The Switch’ (Nike) com Cristiano Ronaldo, “Play Free” (Joga Solto) com o Ronaldinho Gaúcho e “Live Legendary” para a ESL.
“O que elas têm em comum?”, pergunta o autor.“Nenhuma delas dependia do produto para vender; elas criaram identidade. Esses ícones transformaram audiência em uma comunidade blindada contra a concorrência. O livro Fandomensina como sua marca pode parar de alugar a atenção do cliente e gerar crescimento sustentável, mesmo sem ser uma marca esportiva.”
Segundo o autor, fãs não apenas compram. “Eles acreditam, compartilham valores e integram as marcas às suas próprias identidades. Este livro explora a psicologia por trás desse comportamento e apresenta caminhos práticos para ativar essa dinâmica de forma estratégica”, diz.
Com estudos de caso globais e frameworks aplicáveis, Fandom propõe ser um guia claro e direto para criar narrativas autênticas, experiências relevantes e lealdade de longo prazo.
“Para fidelizar de verdade, é preciso oferecer protagonismo: ouvir, co-criar e dar ao cliente um papel ativo. Quando o consumidor se sente ‘dono’ da comunidade, ele não troca sua marca pela concorrência.”












