Brasília, 03 de Fevereiro de 2026 - 1:14

TV E MÍDIA PROGRAMÁTICA, O FUTURO DA PUBLICIDADE

TV E MÍDIA PROGRAMÁTICA, O FUTURO DA PUBLICIDADE

“Se o hábito do consumidor está mudando – e quando falamos de publicidade, estamos falando de atenção – como chamaremos a atenção das pessoas? Qual é o momento mais oportuno de fazermos esse trabalho? Na lógica da TV linear, as pessoas chegam em casa, ligam a TV e deixam o conteúdo passando. No streaming, muda um pouco. Por isso, precisamos repensar o ecossistema de publicidade, distribuição e monetização desse conteúdo”, diz Denis Onishi, senior Business director da Paramount.

Ele participou de debate sobre mídia programática, em painel do SET Expo 2023, congresso sobre tecnologia de mídia e entretenimento que acontece em São  Paulo até esta quinta-feira, 10. Discussão registrada pelo TelaViva.

“A tecnologia permite a inserção de publicidade no conteúdo de streaming de forma muito mais eficiente: usando informações e dados para fazer segmentação das campanhas, otimizando e tomando decisões em tempo real e medindo resultados. É um ecossistema que está em transformação e consolidação. A tecnologia programática é muito mais do que a transação; é um hub para diferentes tecnologias, que trazem formas de segmentação e mensuração mais eficientes. Está no ‘andar de cima’ das formas de transacionar publicidade. Não é só comercial, mas também operacional”, diz  Rafael Pallarés, vice-Presidente Latam na Magnite. 

“São milhares de desafios, especialmente para uma TV aberta, que envolvem infraestrutura, tecnologia, processos internos, mudança de modelo mental e um outro olhar para a produção de conteúdo. Mas, na minha ótica, desafios constroem um novo caminho. É um novo universo, com possibilidades de customizar a entrega de publicidade de formas que, antes, não eram possíveis. Há incertezas no cenário porque estamos começando, mas são muitas as oportunidades de construirmos em cima dessa tecnologia uma experiência de consumo de publicidade mais agradável para as pessoas que estão do outro lado da tela”, disse Karin Ribeiro, gerente de Negócios Digitais do SBT.

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