O Banco do Brasil, o Visa e a Stone concluíram a primeira transação de débito utilizando o Click to Pay no Brasil. A operação, de acordo com as empresas, representa um avanço para ampliar o uso do débito nas compras online de maneira rápida e segura, dispensando a inserção manual dos dados do cartão nas compras realizadas por meio do Click to Pay.
A solução está em fase final de implementação e tem previsão de ser disponibilizada ao mercado ainda em 2026. A operação uma nova etapa para o comércio eletrônico brasileiro, que completa 30 anos em 2026, e amplia o potencial do Click to Pay ao estender sua experiência também para o débito.
A expansão do Click to Pay para o débito acontece em um momento de crescimento da solução no Brasil. Nos últimos 12 meses, o número de transações realizadas no Click to Pay aumentou quase 12 vezes, refletindo a rápida adoção da tecnologia no país.
Além de permitir o cadastro da credencial diretamente no aplicativo da instituição por meio do push provisioning, o Banco do Brasil utilizou o Cloud Token Framework (CTF), criando as condições necessárias para a geração do Visa Passkey, tecnologia de autenticação baseada em biometria que adiciona mais segurança ao pagamento.
“Participar da primeira transação de débito com Click to Pay no Brasil reforça o compromisso do Banco do Brasil com a evolução dos meios de pagamento digitais”, afirma a diretora de meios de pagamentos do Banco do Brasil, Bárbara Lopes.
Já a Stone prepara sua infraestrutura para disponibilizar a solução aos estabelecimentos que utilizam suas tecnologias, contribuindo para ampliar o alcance da novidade quando ela chegar ao mercado.
“Ao lado do Banco do Brasil e da Stone, temos orgulho de sermos pioneiros nessa iniciativa que constrói a confiança necessária para que os pagamentos digitais prosperem”, diz o vice-presidente de Produtos & Inovação da Visa do Brasil, Frederico Succi.
Os dados do Visa comprovam que as transações realizadas por meio do Click to Pay registram uma taxa média de aprovação de 81%, o que representa 2 pontos percentuais acima das transações tokenizadas tradicionais e 8 pontos percentuais acima dos pagamentos não tokenizados.





