Brasília, 30 de Setembro de 2022 - 7:38

Leroy Merlin e Tomie Ohtake dão prêmios a novos designs

 Estão abertas as inscrições para o 4º prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin, dirigido a universitários e recém-formados de todas as áreas. O tema dessa edição é o verbo “acolher”.

A premiação busca propostas que articulem o design com outras áreas, como comunicação, arquitetura, biologia, engenharia, moda, tecnologia, economia, física, educação, matemática, química, entre outras.

Serão selecionadas 10 propostas, e cada proponente ganhará 6 mil reais para a realização do protótipo do projeto, que será exposto no Instituto Tomie Ohtake. Além disso, três entre os projetos selecionados darão direito a cursos livres em instituições internacionais, incluindo passagem, hospedagem e alimentação.

Compõem o júri dessa edição: Cláudia Zacar (Curitiba – PR), Diego Mauro (Salvador – BA), Érico Gondim (Fortaleza – CE), Iran Pontes (Recife – PE) e Sâmia Batista (Belém – PA).

As inscrições, que seguem até o dia 31 de maio, são gratuitas e podem ser feitas pelo site premiodesign.institutotomieohtake.org.br/.

Com perfil distinto das usuais premiações de design, o prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin tem uma proposta inovadora: abdicando de categorias, propõe a cada edição um tema-desafio a estudantes universitários. A partir desse tema, projetos podem ser inscritos por universitários e recém-formados de qualquer área, não se restringindo somente a jovens designers.

Com esses pressupostos, a ideia é ressaltar que atualmente as propostas mais contundentes de design acontecem em diálogo com diferentes especialidades, instigando soluções inovadoras, que possam responder a questões contemporâneas que discutam nosso cenário social, político, urbano, habitacional, além de novas demandas tecnológicas, novos equipamentos, publicações e mídias digitais.

Podem se inscrever ao 4º prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin estudantes universitários regularmente matriculados em cursos técnicos ou de nível superior; graduados há no máximo dois anos a contar do ano corrente; e coletivos em que todos os membros respondam às condições elencadas acima. Só serão aceitos os cursos reconhecidos ou autorizados pelo MEC. Estrangeiros também podem participar desde que residam no país há pelo menos dois anos. 

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