A Volkswagen do Brasil reuniu novamente futebol, cultura e emoção em um novo capítulo de sua estratégia regional. A marca escolheu um dos momentos mais emblemáticos do calendário esportivo para apresentar ao mundo, pela primeira vez, a inédita Tukan, nova picape desenvolvida para o Brasil e região.
Com o Canarinho em sua caçamba e acompanhando Carlo Ancelotti, a Tukan chega ao evento de convocação rumo ao hexa, realizado no Museu do Amanhã, carregando não apenas o mascote da Seleção e expectativas, mas uma linguagem visual criada especialmente para este momento.
Para a primeira aparição pública da Tukan, a Volkswagen do Brasil revelou detalhes importantes do projeto, como a estreia da plataforma MQB em uma picape da marca, o nome do próprio produto estampado diretamente na carroceria e a suspensão traseira com feixe de molas, que garantirá ao veículo conforto e versatilidade e capacidade de carga.
Inspirada nos azulejos presentes em espaços onde brasileiros historicamente se reúnem para celebrar, torcer e compartilhar emoções coletivas, a camuflagem especial traz referências afetivas da cultura brasileira em um mosaico contemporâneo carregado de significado.

A intervenção visual mistura símbolos ligados à música, futebol, natureza, celebração e identidade nacional.
A partir da convocação das áreas de Marketing e Comunicação, a área de Design da Volkswagen do Brasil foi escalada para atuar de forma inédita no desenvolvimento de uma camuflagem artística que marcasse a primeira aparição pública da Tukan durante a convocação para a Copa do Mundo.
“Como premissa, a escolha da linguagem visual que seguiríamos também deveria fazer parte da própria função da camuflagem”, diz o head de Design da Volkswagen para as Américas, José Carlos Pavone. “O desafio era então esconder bem um carro que queremos que todo mundo veja.”
Além de criar um storytelling para este momento, os grafismos na camuflagem ajudam a esconder detalhes do modelo que ainda serão revelados futuramente. As formas, preenchimentos e contrastes foram cuidadosamente desenvolvidos para “bagunçar” a leitura das linhas da picape, preservando elementos estratégicos do design até o lançamento oficial.
“Poderíamos seguir por um caminho óbvio ligado ao futebol, mas queríamos criar algo mais profundo, conectado à memória afetiva das pessoas”, afirma Pavone. “Os azulejos fazem parte do pano de fundo de muitos momentos vividos pelos brasileiros, especialmente quando falamos de celebração coletiva como as que vivemos no tetra, no penta”, diz.




