Brasília, 24 de Janeiro de 2026 - 1:58

QUEM COMPRA NESCAFÉ PLANTA UMA ÁRVORE NA MATA ATLÂNTICA

QUEM COMPRA NESCAFÉ PLANTA UMA ÁRVORE NA MATA ATLÂNTICA

Quem compra uma lata (café para coar) ou um vidro (solúvel) de Nescafé Origens do Brasil contribui com o plantio de uma árvore na Mata Atlântica. É o compromisso do café da Nestlé ao lado da SOS Mata Atlântica, pelos próximos cinco anos. Na maior ação já realizada pela ONG no bioma, a meta é que sejam plantadas, ao todo, três milhões de árvores.

Lançada em 2018 como a primeira linha 100% brasileira da Nescafé, Origens do Brasil tem no DNA o compromisso com o meio ambiente: determinou o ingresso da companhia na produção nacional de café especial (categoria máxima de qualidade no café, intrinsicamente atrelada à sustentabilidade na lavoura) e firmou o pacto de, até 2022, tornar-se a primeira marca carbono neutro do país de solúvel e para coar.

Desta vez, ao lado da ONG SOS Mata Atlântica, Nescafé reverte seu consumo de maneira ainda mais tangível, em apoio à preservação do bioma do qual dependem 70% da população, 80% do PIB, e que se estende por 17 Estados, sob constante ameaça (hoje, restam menos de 13% da vegetação que existia originalmente).

“Vivemos no dia a dia a máxima de grandes poderes, grandes responsabilidades: como a maior marca de café do planeta, possuímos o principal programa de sustentabilidade de toda a cafeicultura – e que neste mês completa 10 anos de cuidados com o produtor, os processos e a natureza”, afirma Rachel Muller, diretora de cafés da Nestlé.

Com 35 anos de existência, a ONG tem como missão inspirar a sociedade na defesa da Mata Atlântica. Junto a parceiros, a Fundação SOS Mata Atlântica já plantou cerca de 42 milhões de árvores no bioma.

“Firmar parceria com uma marca que entende a sustentabilidade para além do compliance, é mais que um fator motivador para a Fundação; na verdade, ajuda a garantir que o trabalho de preservação reverbere pela sociedade e seja, enfim, compreendido como essencial, sobretudo nestes tempos”, diz Olavo Garrido, diretor de Finanças e Mobilização de Recursos da ONG.

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