Brasília, 20 de Maio de 2022 - 1:45

LIVRO SOBRE “MARKETING POLITICO NO BRASIL” É LANÇADO NO CONGRESSO, ESCRITO POR 50 PROFISSIONAIS DO RAMO

A última eleição no Brasil, em 2020, contou com mais de 550 mil candidaturas a prefeitos e vereadores – muitos dos quais contaram com o trabalho de consultores e estrategistas políticos, profissionais que surgiram por volta dos anos 80 e transformaram as campanhas eleitorais com pesquisas, jingles, programas de rádio e TV e, mais recentemente com muita Comunicação Digital. Este ano de 2022 terá uma das mais eletrizantes campanhas eleitorais já realizada no Brasil. E eles estarão nelas.

Fernando Vasconcelos e Dudu Godoy

O que faz um profissional do Marketing Político? Essa e outras respostas estão no livro “Marketing Político no Brasil”,  lançado nessa quarta, 11, pela Geração Editorial, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados.. O livro foi organizado pelo Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político (CAMP), que reúne grande parte dos principais nomes do setor no Brasil e é presidido por Bruno Hoffmann.

O livro, que tem 50 autores, é uma obra atemporal, de referência e essencial para profissionais de Marketing Político, mas também para candidatos, assessores, advogados eleitoralistas, jornalistas que cobrem política, estudantes, Academia e demais interessados em boas práticas de Comunicação para campanhas eleitorais e de governo.

O livro “Marketing Político no Brasil” desvenda a profissão e está dividido em oito eixos: “Planejamento e Estratégia”, “Pesquisas Eleitorais e de Opinião Pública”, “Processo de Criação”, “Formas de Contato com o Eleitor I e II”, “Gestão de Crise”, “Importância de uma Comunicação Permanente” e “Ética no Marketing Político e Combate às Fake News”.

Ronald Clay, Fernando Vasconcelos e Hélio Doyle

Nós temos um sonho, diz Bruno Hoffmann, “que um dia, através do Congresso Nacional, possamos ter leis eleitorais mais claras, democráticas e livres, para que o cidadão possa colocar seu nome à disposição de um cargo eletivo a qualquer tempo. É cívico e as campanhas se tornam mais transparentes e acessíveis por darem mais tempo para o candidato dialogar pessoalmente com o eleitor. 

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