Brasília, 30 de Setembro de 2022 - 7:27

20DASH E AS QUATRO TENDÊNCIAS DO MARKETING DIGITAL PARA 2022

Experiência por voz; relacionamento via robôs (bots); conteúdo gerado pelo usuário (User Generated Content ou UGC) e vendas por meio das redes sociais ou Marketing Interativo. São as quatro tendências que, segundo a 20Dash, empresa de tecnologia, deverão bombar no Marketing Digital em 2022.

Com base na observação e a ajuda de indicadores, a 20Dash aponta que os efeitos da pandemia mudaram muitas regras do jogo no Marketing Digital. Da mudança de hábitos de consumo até a forma humana de se relacionar.

"Quando o assunto é inovar, precisamos estar à frente das tendências para poder trazer conteúdos relevantes e conversar com o público. Não basta estar atento ao momento; é importante pensarmos no que ainda pode vir a se tornar uma prática, pois ter ciência do que estará em alta ou não, facilitará as próximas decisões estratégicas da sua empresa", diz Denis Shirazi, CEO e fundador da 20Dash.

Assim, ele selecionou quatro tendências “indispensáveis” no planejamento para 2022, sendo a primeira a experiência por voz. A jornada do usuário, desde a pesquisa até a compra, tem cada vez mais utilizado recursos de voz. Estudo da Juniper Research mostra que as transações do comércio por voz vão gerar 4,6 bilhões de dólares até o final deste ano, com a possibilidade de alcançar 19,4 bilhões de dólares até 2023. A consultoria ainda prevê que a base instalada global de smart speakers, as caixinhas inteligentes com assistentes virtuais, deve crescer 50% entre 2021 e 2023, demonstrando a busca por mais praticidade e agilidade.

A segunda tendência tem a ver com os robôs. Os bots estão cada vez mais "inteligentes", aprimorados a ofertar um serviço mais humanizado e personalizado. As chamadas Pessoas Virtuais, como a Lu, da Magazine Luiza, e a Mara, da loja Amaro, são uma espécie de continuação do bot, personificado, criando mais empatia com o consumidor. Há uma perspectiva de aumento anual de 24%, inserindo 1,23 bilhão de dólares nesse setor, segundo a Grand View Research.

A terceira seria o termo estrangeiro User Generated Content (UGC), traduzido como conteúdo gerado pelo usuário. Segundo o Manifesto do Influencer Marketing, cerca de 82% das pessoas seguem recomendações de influenciadores digitais, ao invés de personalidades e pessoas famosas. Ou seja, as pessoas são mais influenciadas pelos indivíduos dos quais se sentem mais próximas. A Deloitte mostrou em pesquisa que a participação ativa dos consumidores nos canais da marca traz aumento no engajamento em cerca de 30%. Além disso, o estudo também mostrou que os usuários gostam de participar das estratégias de marcas para ajudar outros consumidores. E os ‘Influenciadores Internos’, prática na qual o funcionário vira uma espécie de influenciador digital da própria marca, está em expansão.

A quarta tendência é o social selling ou venda social. As redes sociais, além de um espaço para criar relações de interação entre marcas e público, possibilitam prospectar potenciais clientes e se relacionar com eles, para gerar vendas. LinkedIn, Twitter, Facebook e Instagram são plataformas que já contam com espaços específicos para vendas online. Um dos principais recursos do social selling são as shoppable lives, também conhecidas como live commerce ou shop streaming. Ganham destaque por transformar as transmissões ao vivo em uma ferramenta fundamental para manter e fortalecer as vendas do varejo. Esse novo formato se utiliza das lives para aproximar o consumidor da marca de maneira prática, gerando oportunidade de interação e relacionamento, por não mostrar os produtos apenas, mas também ao oferecer entretenimento, interação e informação.

Foto Divulgação.

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